O novo cenário
A Reforma Tributária simplifica o sistema, mas muda muita coisa na rotina do 3º setor. ISS, ICMS, PIS e COFINS saem de cena, dando lugar ao IBS e à CBS. E sim: isso mexe no custo das operações — principalmente para quem contrata serviços.
Imunidade continua, mas com atenção
As entidades de educação, saúde e assistência social seguem imunes nas suas receitas. Mas um ponto importante: 👉 as compras continuam tributadas e não geram crédito. Ou seja: insumos, equipamentos e serviços ficam mais caros.
Custos e oportunidades
Com o IBS e a CBS, a tendência é de aumento no custo dos serviços, mas a Reforma também abriu portas:
✔ Reduções de alíquota (60% ou até 100%) para atividades como saúde, educação, cultura e esporte.
✔ Mais segurança nas doações: ITCMD não incide quando destinadas a entidades de relevância pública e social.
Operações que exigem cuidado
Algumas práticas passam a ter risco tributário: – doações com contrapartida (ex.: divulgação de marca), – parcerias que, na prática, viram prestação de serviços, – atividades entre entidades relacionadas com preço abaixo do mercado. O momento é de revisar contratos e alinhar expectativas com parceiros.
O que fazer agora?
A transição vai até 2032, então o momento é de se organizar:
🔎 revisar contratos, 🧾 atualizar controles contábeis, 🤝 preparar parcerias para as novas regras, 📊 avaliar impacto no orçamento.
A reforma traz desafios — mas também oportunidades para quem se adapta desde já.



